quinta-feira, 17 de junho de 2010

investidas curtas

Da dificuldade surge a destreza.







Com palavras também agimos. Ou deixamos de agir.






As palavras mais perigosas sempre estiveram nas bocas mais ingênuas.






Muita profundeza exige muito silêncio.






Os decapitados ainda reivindicam o trono.







Quanta razão é necessária para que a ignorância sucumba? E quanta ignorância determinaria o fim da razão? É muito mais provável que a ignorância prevaleça, pensar não é necessário à vida. A razão não é a regra, a razão é tão excepcional que mal podemos apontá-la na única espécie conhecida que reivindica possuí-la.







Travestir impulsos químicos em palavras não é racionalizar, é iludir-se: qualquer sentimento é justificável.

3 comentários:

gu disse...

para todo lodo social haverá uma mente cascuda

abs!

gu disse...

lutar com palavras é a luta mais vã, entanto lutamos, mal rompe a manhã. 'Drummonnd'

Diego Gorla disse...

Boa essa, Gu. É muito legal saber que minhas palavras encontram algum ouvido astuto.